Estava sentada até agora pouco em frente ao meu painel de fotos. Nele, estão estampados os momentos mais felizes que vivi nesses últimos anos – é incrível como um pedaço de metal pode comportar tanta coisa boa sobre mim.
Lá, estão meus familiares, minha fonte de alegria. Está o meu Felipe, meu bem maior. Estão também algumas de minhas melhores amigas, aquelas com quem mantenho um laço puro e terno de amizade. Para ser sincera ainda faltam muitos rostos naquele painel. Rostos de pessoas que conheci recentemente e daquelas cuja foto eu não tenho, mas que por alguma razão são especiais.
Confesso que esse momento em frente ao painel foi fortalecedor, pois trouxe a tona valores que às vezes pareço perder no meio do caminho. Valores e sentimentos que, em alguns instantes, parecem estar adormecidos em algum lugar do meu interior, mas que foram resgatados através do poder da recordação.
Ainda olhando para ele percebi que podia ter feito um painel só de fotos minhas, que tivesse Huandras de cabo a rabo. Mas não o fiz. Ninguém o faz e sabe por quê? Porque, no fundo, todos nós sabemos que os melhores momentos de nossas vidas são aqueles que compartilhamos com pessoas. São aqueles nascidos da comunhão bendita com nossos semelhantes. Momentos que, por não poderem ser eternizados, são congelados nas fotos. Daí cheguei a uma nobre conclusão: ninguém nasceu para viver sozinho. Nem mesmo Antônia!
Lá, estão meus familiares, minha fonte de alegria. Está o meu Felipe, meu bem maior. Estão também algumas de minhas melhores amigas, aquelas com quem mantenho um laço puro e terno de amizade. Para ser sincera ainda faltam muitos rostos naquele painel. Rostos de pessoas que conheci recentemente e daquelas cuja foto eu não tenho, mas que por alguma razão são especiais.
Confesso que esse momento em frente ao painel foi fortalecedor, pois trouxe a tona valores que às vezes pareço perder no meio do caminho. Valores e sentimentos que, em alguns instantes, parecem estar adormecidos em algum lugar do meu interior, mas que foram resgatados através do poder da recordação.
Ainda olhando para ele percebi que podia ter feito um painel só de fotos minhas, que tivesse Huandras de cabo a rabo. Mas não o fiz. Ninguém o faz e sabe por quê? Porque, no fundo, todos nós sabemos que os melhores momentos de nossas vidas são aqueles que compartilhamos com pessoas. São aqueles nascidos da comunhão bendita com nossos semelhantes. Momentos que, por não poderem ser eternizados, são congelados nas fotos. Daí cheguei a uma nobre conclusão: ninguém nasceu para viver sozinho. Nem mesmo Antônia!

By Huandra Siqueira
é incrível como vc consegue pegar algo tão simples e transformar numa boa mensagem!
ResponderExcluir