(...) e numa discussão sobre amor...
" Mas que tal amar a Deus? O pastor da minha igreja vive dizendo que devo amar a Deus. Mas há ocasiões em que me aborreço com Deus e chego a não gostar muito Dele. Em outras ocasiões, meu sistema de crença me parece bem inaceitável. Tenho muitas perguntas, e há coisas na vida que me parecem injustas. Mas o que eu sinto tem pouco a ver com o meu amor por Deus e meu compromisso na relação com Ele. Mesmo quando me sinto mal ou em dúvida, ainda posso amá-Lo sendo paciente, atento ao nosso relacionamento através da oração, sendo autêntico, respeitoso, honesto e mesmo perdoando. Posso fazer isso e faço, especialmente quando não tenho vontade. É minha forma de demonstrar o amor de compromisso. Permanecer fiel, embora minha fé possa estar fraca naquele momento."
Achei bem interessante esse trecho do livro "O Monge e o Executivo" principalmente porque estou numa fase onde não tenho tido medo de questionar a Deus. Ainda assim, e mesmo com tantas perguntas, decidi não fundamentar as minhas crenças sob emoções, pois elas mudam o tempo todo, são instáveis. Amar a Deus é a minha escolha. Escolha que fiz aos seis anos de idade e vai perdurar por toda a vida - mas continuarei questionando, posso?!

adorei esse novo post. muito bom Hu ! bjs minha linda
ResponderExcluirMuito interessante, gostei!(Ewyo)
ResponderExcluirMuito bom!!! Já sou teu fã!!!
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