O homem que mora às margens do rio Nilo nunca irá me decepcionar - o que não posso dizer das pessoas que moram na minha casa.
O operador do pregão da Bolsa de Valores de Nova York não vai me decepcionar, mas os meus colegas de trabalho, com os quais eu convivo diariamente, irão.
O operador do pregão da Bolsa de Valores de Nova York não vai me decepcionar, mas os meus colegas de trabalho, com os quais eu convivo diariamente, irão.
A segunda modelo que desfilou no "São Paulo Fashion Week" no verão passado não irá, jamais, me decepcionar; porém a minha melhor amiga irá...
Ironicamente, as únicas pessoas propensas a nos decepcionar são aquelas com as quais convivemos no dia a dia. Somos falhos. Todos. E em algum momento magoaremos e seremos magoados (e, acredite, pelas pessoas que mais amamos!). Também pudera, não é? A probabilidade de alguém que convivemos nos decepcionar é alta, muito alta...
Elas nos conhecem. Profundamente. Sabem quais são as nossas falhas e conhecem aquilo que tentamos ocultar com as máscaras da vida (e o tempo e o estreitamento das relações tendem a maximizar isso). E, nesse jogo de convivência e intimidade, algumas dessas pessoas se sentem à vontade para falar verdades e "inverdades" - segundo os seus mapas de mundo.
Infelizmente, laços são rompidos amizades desfeitas e relacionamentos desmanchados por falta de tolerância, diálogo, compreensão e, sobretudo, compaixão. Acho que o segredo é não depositar expectativas, mas é fácil falar, né... A pergunta que fica é: Algum dia eu já te magoei? Se a resposta for "não" ou se você me vê como uma pessoa perfeita, acredite: somos apenas meros (des)conhecidos!
Ironicamente, as únicas pessoas propensas a nos decepcionar são aquelas com as quais convivemos no dia a dia. Somos falhos. Todos. E em algum momento magoaremos e seremos magoados (e, acredite, pelas pessoas que mais amamos!). Também pudera, não é? A probabilidade de alguém que convivemos nos decepcionar é alta, muito alta...
Elas nos conhecem. Profundamente. Sabem quais são as nossas falhas e conhecem aquilo que tentamos ocultar com as máscaras da vida (e o tempo e o estreitamento das relações tendem a maximizar isso). E, nesse jogo de convivência e intimidade, algumas dessas pessoas se sentem à vontade para falar verdades e "inverdades" - segundo os seus mapas de mundo.
Infelizmente, laços são rompidos amizades desfeitas e relacionamentos desmanchados por falta de tolerância, diálogo, compreensão e, sobretudo, compaixão. Acho que o segredo é não depositar expectativas, mas é fácil falar, né... A pergunta que fica é: Algum dia eu já te magoei? Se a resposta for "não" ou se você me vê como uma pessoa perfeita, acredite: somos apenas meros (des)conhecidos!

Muito bom!!!
ResponderExcluirHuuu que texto lindo, de verdade, tu tem muito talento pra escrever. Beijo amor
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