Atingir o desconhecido.
Recorro à lembranças imaginárias
Lacunas vazias, cartas amareladas.
Um vulto do que nunca existiu.
Sei e vou me atirar numa rede,
Deixar o tempo rolar.
Ver os decênios à minha frente
O que pôs meu mundo de pernas pro ar
É fruto do que nunca existiu.
Sei que fui aquecida à distância,
Amparada pela ausência.
Em sonho ouvi a campainha soar
Um banquete estava preparado
Pena que nunca existiu.
By Huandra Siqueira
Hu! Seu blog é um mimooooo... Impressionante como visitando os espaços das pessoas, podemos ver como um rx delas... suas palavras são meigas, muito ternas, em muito nos parecemos...Darei um pulinho aqui sempre... Obrigada pela visita e pelas palavras! bjos!
ResponderExcluirOlá linda Huandra!!
ResponderExcluirDeus é contigo,
Obrigada por estar em meu blog.
beijos
Suely